Aceleração da inteligência artificial força a dona do Facebook e Instagram a recorrer a centrais de gás natural para abastecer centros de dados.
Desligamento do grupo climático RE100
A Meta confirmou a sua saída da iniciativa internacional RE100, liderada pela organização Climate Group. Ou seja a empresa tecnológica deixou de cumprir os critérios técnicos para utilizar exclusivamente eletricidade de fontes limpas. Portanto a multinacional junta-se a outras gigantes do setor que enfrentam dilemas energéticos. Além disso a transição reflete as exigências do novo ciclo tecnológico global.
Explosão da Inteligência Artificial exige mais energia
A construção em larga escala de centros de dados para processar inteligência artificial está a sobrecarregar o setor energético. Ou seja o treino e a operação de modelos de IA consomem quantidades massivas de eletricidade e água. Portanto a Meta celebrou novos contratos para operar infraestruturas alimentadas a gás natural, como o centro Hyperion no Louisiana. Além disso empresas como a Microsoft e a Alphabet adotaram estratégias semelhantes.
Crescimento do consumo e escassez de recursos
A Agência Internacional de Energia prevê um aumento expressivo no consumo global de eletricidade até 2027. Ou seja a expansão do processamento de dados digitais figura como um dos principais motores desta procura acelerada. Portanto o consumo hídrico das instalações de arrefecimento gera também preocupações ambientais crescentes. Então o setor tecnológico enfrenta a necessidade de equilibrar inovação digital e sustentabilidade.