Nova Escola de Saúde Pública arranca em Maputo com hub de inovação, apoio da Fiocruz e chancela do Africa CDC.
Um marco histórico para a tecnologia na saúde
Moçambique deu um passo gigante na modernização do seu ecossistema médico. Ou seja o país inaugurou a sua primeira Escola de Saúde Pública, no passado dia 13 de Julho, em Maputo. Portanto o evento contou com a presença da Primeira-Ministra Maria Benvinda Levi e do Ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha. Além disso a grande novidade tecnológica está no seu núcleo: o primeiro Laboratório de Saúde Digital do país.
Hub de inovação, dados e IA
O especialista Bilaal Amin vai coordenar o novo laboratório. Ou seja o espaço funcionará simultaneamente como polo de capacitação e centro de desenvolvimento tecnológico. Portanto a equipa pretende criar, testar e escalar soluções baseadas em registos eletrónicos, telemedicina, inteligência artificial e análise preditiva. Então a estrutura inclui ainda um Laboratório Biomédico Híbrido e plataformas de ensino multifuncionais.
Formação alinhada com os desafios do futuro
A nova instituição preparará profissionais capazes de operar com dados sem perder o foco humano. Ou seja a oferta formativa abrangerá Saúde Digital, Clima e Saúde, e Economia da Saúde, com opções de mestrado e doutoramento. Portanto o modelo pedagógico permitirá o ensino virtual. Além disso isto garante que profissionais fora dos grandes centros urbanos também acedam à formação.
Centro de excelência para a Lusofonia e África
A instituição já nasce com projeção internacional. Ou seja o Africa CDC escolheu a escola como centro de excelência para capacitar profissionais dos PALOP. Portanto a cooperação com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Brasil, acordada no final de 2025, consolida o projeto. Então a expetativa é criar uma rede de investigação regional baseada em dados partilhados e programas de residência internacional.